quarta-feira, 28 de setembro de 2016

A rolha

A rolha ou cortiça é feita da casca do sobreiro, cujo nome científico é Quercuz suber. Árvore muito verde e de crescimento demorado. Sua casca possui uma substância esponjosa, característica singular, que tem como finalidade proteger a planta.



A maior produção do sobreiro concentra-se na Península Ibérica, sendo Portugal o país responsável pela metade da produção mundial, bem como pelas rolhas de melhor qualidade. 
Como a cortiça incha quando entra em contato com o líquido da garrafa, tende a permanecer bastante firme no gargalo, atuando como perfeito isolante que raramente apodrece, chegando a durar de 10 a 80 anos. É possível saber se uma rolha apodreceu ao constatar que está quebradiça. Alguns grandes produtores trocam as rolhas de seus vinhos mais velhos a cada 25 anos e chegam a mandar seus especialistas fazerem o mesmo nas adegas de seus clientes. 
Uma rolha normal de vinho tem 24mm de diâmetro para ser comprimida em 18mm de gargalo. Elas selam o vinho para evitar a entrada de ar. As mais longas e menos marcadas são as de melhor qualidade, indicando um vinho apropriado para envelhecimento. Rolhas sintéticas e reconstituídas ou aglomeradas (grãos de cortiça unidos por adesivo) são alternativas baratas para vinhos mais simples. 
Já a rolha de espumante, tem 31mm para se comprimir em 17,5mm de gargalo, deixando para fora seu terço superior, na característica forma de cogumelo. Com o auxílio de uma “gaiola”, elas selam o vinho para evitar a saída de ar.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Dica para utilizar flores comestíveis em suas receitas

As flores comestíveis são excelentes para receitas da culinária. Elas podem ser utilizadas de diferentes formas: como moldes, para cozinhar, nas saladas, nos doces, em pratos principais e até em decorações. Veja aqui quais as flores que são seguras para o consumo e como utilizá-las.


Onde usar as flores:


  • Doce de flores: rosas açucaradas, lavanda e doce de violetas são os doces bastante saborosos;
  • Sobremesaa: cheesecake, sorvete, torta, entre outros;
  • Panificados: bolos, biscoitos e pães;
  • Saladas: frutas e verduras. Pode-se adicionar nas geleias, vinagretes, açúcar e caldas;
  • Decoração: bolos, guarnição e outros.


Flores comuns na culinária:


  • Lavanda: é boa para diversos usos na culinária, incluindo xaropes, sorvetes, chás, biscoitos, geleias, bolos, tortas, vinagretes, vinhos e etc;
  • Capuchinha: são flores perenes, as principais para as saladas no verão. Elas são espécies fáceis de cultivar e proporcionam uma explosão de cor para a salada;
  • Amor perfeito: é uma flor delicada e boa para adornar a salada. Você pode deixá-la na sopa para decorar, enfeitar os pratos ou decorar sua sobremesa;
  • Violeta: é perfeita para dar uma ampla variedade de alimentos, além de ser ideal para propósitos decorativos;
  • Hibiscos: ideal para saladas e xaropes, além de algumas bebidas alcoólicas. Oferece um toque cítrico e frutado, porém é ligeiramente ácido;
  • Pétalas de rosas: conhecidas por seus usos culinários, como decorações, xaropes, sorvetes, coberturas, geleias, ornamentos, gelo, manteiga e outros;
  • Dente de leão: é muito gostoso na salada no caso de colher as flores mais novas e já usá-las em seguida. Seu sabor é doce como o mel;
  • Petúnias: são comuns em jardins e suas flores tem um gosto moderado. Excelentes como ornamento; 
  • Flor de cebolinha: dão sabor e um toque acebolado; 
  • Cravos: oferece sabor doce como noz-moscada, são ideais para ornamentos e saladas;
  • Malmequer: ótimos para saladas, pois dão um toque dourado na coloração.


Como preparar as flores:


Colhendo: colha logo após o orvalho secar, pela manhã, ou no final da tarde, assim que o calor do sol baixar. Jamais as colha no meio do dia, pois o calor poderá secar seu sabor, causando uma perda no mesmo e em suas cores. Estames e pistilos: você precisa removê-los, pois são amargos. Lavando: balance as flores para os insetos saírem, assim como terra e outros detritos. Lave com muito cuidado as flores com um coador de chá ou use um spray de água gentilmente. No caso flor muito delicada, mergulhe-a rapidamente. Secando: seque as flores usando toalhas de papel e deixe que elas sequem no ar.
Fonte: Builddirect

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Licor, bebida especial!

Muitas pessoas tem o hábito de tomar licor após as refeições; outras, apreciam como um bom aperitivo; e ainda há aqueles que estimam em qualquer momento. Enfim, é uma bebida que se adapta a vários gostos, inclusive pode ser encontrada em recheios de bombons finos.


A descrição mais comum de licor é a de uma bebida doce, de alto teor alcoólico, tendo um teor que varia entre os 20% e os 28% em volume. Servido em pequenas taças, é ideal após as refeições, sendo também muito comum em bombons. Sua composição leva açúcar, xarope, álcool, além de frutas, plantas e ervas, que dão o sabor característico de cada bebida. Devido ao fato de serem obtidos através de produtos tradicionais, não é necessária a adição de corantes ou conservantes.
Há, porém, outras definições da bebida. Para os franceses, o licor é simplesmente um digestivo. Entre os ingleses, é um drinque específico, feito à base de um destilado ao qual se adicionou, por infusão, maceração ou redestilação, raízes, cascas de árvores, flores, frutas ou sementes. Para os norte-americanos, o termo significa o mesmo que para os ingleses.

Fonte
Revista Acontece Sul

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Rocambole com Doce de Leite

Hoje a receita  é com o Doce de Leite Zero Açúcar da Flormel, que deixa sua sobremesa mais saudável. Confira!


Ingredientes Massa
  • 4 ovos (claras separadas);
  • 6 colheres (sopa) de adoçante próprio para ir ao fogo;
  • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo peneirada;
  • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo integral peneirada.
  • Nozes trituradas.

Ingredientes Recheio
  • Um pote de Doce de Leite Flormel;
  • Nozes trituradas.

Modo de Preparo

A receita deve ser preparada no forno a 180° e forma untada com manteiga. Primeiramente, bata as claras e neve, junte as gemas uma a uma e o adoçante aos poucos, sem parar de bater. Coloque a farinha e mexa suavemente. Espalhe na forma, e leve ao forno preaquecido. Desenforme quente e sobre um pano úmido, corte as laterais e deixe esfriar e recheie com o doce de leite e as nozes. Depois enrole e sirva decorado com nozes por cima e uma deliciosa cobertura de doce de leite.

Fonte

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Regras gerais da harmonização

Conheça as regras gerais da harmonização! Texto da Coleção Enogastronômica Boccati :)



Harmonização por tradição: como já dissemos, é possível harmonizar um prato regional ou local com um dos vinhos produzidos na mesma zona, para criar certa afinidade entre perfumes e sabores, obviamente respeitando certas regras na ordem de serviço, temperatura, etc.

Harmonização por contraposição e concordância de sabores: conseguimos uma harmonização mais agradável quando o vinho expressa características opostas às do alimento. Quando um prato é particularmente gorduroso, será oportuno harmonizá-lo com vinho tinto com boa acidez e sápido, para poder contrastar com a untuosidade do prato e limpar a boca. Essa é uma harmonização por contraposição.
O sabor doce de um alimento tende sempre a prevalecer, principalmente no caso de sobremesas. Como não existem vinhos suficientemente secos para contrabalançar com o caráter doce de uma sobremesa, é definitivamente melhor favorecer o caráter doce do prato e harmonizá-lo com um vinho doce. Essa é uma harmonização por concordância.

O corpo do vinho deve ser proporcional à estrutura do prato: um prato bastante complexo, que precisa de uma produção elaborada devido ao tipo de cozimento, à quantidade ou à preciosidade dos ingredientes, terá que ser harmonizado com um vinho igualmente complexo eencorpado, de bom envelhecimento, e que, portanto, não seja sobrepujado pela personalidade do prato.
Um prato leve e delicado, por sua vez, não poderá ser “coberto” por vinhos excessivamente importantes ou que possuam uma componente aromática excessiva. Ao contrário, ele harmonizará perfeitamente com um vinho leve, jovem e de aromas delicados.

Harmonização por estação: baseia-se no princípio lógico de que, no inverno, os pratos são mais pesados e, no verão, mais leves. Obviamente, esse tipo de harmonização só é válida em países onde as estações sejam perfeitamente delimitadas. Em certas regiões brasileiras, por exemplo, a harmonização não tem razão de existir.
Mas é intuitivo pensar que, no verão, não iremos beber um Barolo ou um Bordeaux, por serem vinhos encorpados, muito perfumados, que não combinam com a alimentação leve da estação, feita de saladas, peixes, grelhados, etc. 
Após essas observações gerais, vamos tratar um pouco do conceito do que seja realmente a degustação.

Confira mais informações como essa no livro Harmonização: como combinar alimento e bebida da Coleção Enogastronômica Boccati.

 Harmonização

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Drink Absolut Cosmopolitan

A primavera está quase chegando...
Para entrar no clima uma dica de drink com a vodka Absolut!


Ingredientes
  • 2 partes de Absolut Citron
  • 1 parte de suco de limão
  • 1 parte de licor de laranja
  • ½ parte de suco de cranberry
  • 1 casca em espiral laranja

Modo de Fazer

Antes de começar, você deverá deixar todos os ingredientes na geladeira por algumas horas. A seguir, combine o vodka, o licor de laranja, o suco de limão e o suco de cranberry com o gelo em um mixer para bebidas e sirva numa taça para coquetéis. Se desejar, você pode decorar o seu Cosmopolitan colocando uma fatia de limão na taça.


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Garrafas de vinho: as diferentes formas

Conheça as diferentes formas e capacidades das garrafas de vinho!


Capacidade das garrafas

  • Matusalem: 6 litros
  • Jeroboam: 3 litros
  • Magnum: 1,5 litro
  • Garrafa normal: 750ml
  • Meia garrafa: 375ml
  • Outros: 250ml, 187ml, etc.


As formas clássicas






Bordalesa
Francesa, da região de Bordeaux, com pescoço abrupto.









BorgonhesaFrancesa, da região de Bourgogne, com pescoço gradual.










Renana
Alemã, da região do Rio Reno, mais delgada e mais alta que a Borgonhesa.









Champagne
Francesa, da região de Champagne, mais alta e mais robusta que a borgonhesa.







As outras formas






Alsaciana
Francesa, da região de Alsácia. É semelhante à Renana, porém mais alta e mais delgada.











Do Chianti
Italiana, da região da Toscana. É denominada Fiasco, bojuda na base e revestida de palha externamente.







Do Porto
Portuguesa, semelhante à Bordalesa, porém, geralmente, é mais baixa e de linhas mais retas.







Do Jerez
Espanhola, semelhante à do Porto, mas geralmente mais alta.






Francônia

Alemã, da região de Franken, é denominada Bocksbeutel.








Do Verdicchio
Italiana, da região de Marche, possui forma semelhante a um violão.









 Livro Degustação